Nossa Empresa
Uma bancada de trabalho, não uma caixa de sugestões.
A Solvenza nasceu da percepção de que muitas organizações não precisam de mais estratégia — precisam de ajuda para estruturar o que já decidiram fazer.
Página InicialNossa história
Surgimos de uma frustração conhecida
A Solvenza foi criada em 2019 por consultores que passaram anos dentro de grandes firmas e perceberam um padrão: relatórios chegavam ao cliente com centenas de páginas, mas as equipes não sabiam exatamente o que mudar na segunda-feira de manhã.
Decidimos construir algo diferente — engajamentos de escopo curto, com entregáveis que qualquer pessoa da equipe consegue usar, sem depender de nós para interpretar.
Hoje atendemos organizações de médio porte no Brasil, principalmente no eixo Rio-São Paulo, com três serviços que existem porque vimos esse problema acontecer repetidamente em equipes de setores variados.
Nossa missão
Trabalho visível, entregáveis reais
Acreditamos que boas consultorias deixam algo para trás — um mapa, um relatório, uma cadência — que a equipe consegue manter por conta própria. Não criamos dependência de acompanhamento contínuo.
Cada engajamento começa com escuta e termina com documentos claros. O caminho do meio é feito junto com as pessoas que realmente executam o trabalho, não apenas com a liderança.
6+
anos de atuação
130+
projetos entregues
97%
de retorno para 2º projeto
Quem conduz os engajamentos
A equipe Solvenza
Somos um grupo pequeno e deliberadamente assim. Cada consultor conduz seus próprios projetos — sem terceirizar para analistas juniores.
Marcelo Figueiredo
Sócio-fundador · Operações
Doze anos trabalhando com estrutura de processos em setores de logística, varejo e serviços. Conduz auditorias de fluxo e projetos de ritmo operacional.
Renata Andrade
Sócia · Organização de Equipes
Especialista em clareza de funções e handoffs entre áreas. Antes da Solvenza, atuou como consultora interna em duas empresas de tecnologia de médio porte.
Thiago Prado
Consultor Sênior · Processos
Focado em mapeamento de fluxos e comunicação de liderança. Trabalha com equipes de educação corporativa, saúde e serviços profissionais.
Como trabalhamos
Padrões que regem cada engajamento
Não temos uma metodologia com marca registrada. Temos princípios de trabalho que se aplicam a todos os nossos projetos.
Escopo fechado antes de começar
Todo engajamento começa com um documento de escopo assinado. O cliente sabe o que recebe, em quanto tempo e por qual valor — sem surpresas.
Consultor sênior do início ao fim
O profissional que apresenta o projeto é o mesmo que conduz as entrevistas, escreve os relatórios e entrega os documentos finais.
Confidencialidade total
Tudo que é compartilhado pela equipe durante o engajamento fica restrito ao projeto. Assinamos acordos de confidencialidade antes de qualquer conversa substantiva.
Retorno estruturado em cada etapa
Ao final de cada fase do engajamento, apresentamos o que encontramos antes de prosseguir. O cliente valida ou corrige — não entregamos surpresas no final.
Documentos prontos para uso
Os relatórios e mapas que produzimos são escritos para serem lidos por qualquer pessoa da equipe, sem treinamento adicional.
Sem conflito de interesses
Não vendemos software, não representamos fornecedores e não temos comissões de terceiros. Nossas recomendações são baseadas exclusivamente no que observamos.
Consultoria empresarial com foco em estrutura e operações
Organizações que cresceram rapidamente frequentemente chegam a um ponto em que os processos internos não acompanham o ritmo. Reuniões se multiplicam, as entregas se atrasam sem que ninguém consiga identificar exatamente onde, e a liderança descobre que parte significativa do seu tempo é consumida resolvendo dúvidas sobre quem deveria ter feito o quê.
A Solvenza foi criada para trabalhar exatamente nesse intervalo — entre a decisão estratégica e a operação do dia a dia. Não substituímos a liderança nem redefinimos a visão da empresa. Ajudamos equipes a organizar o trabalho que já existe, de forma que ele flua com menos atrito.
Nosso trabalho é hands-on. Conversamos com as pessoas que executam os processos, não apenas com quem os aprova. Lemos os documentos que a equipe realmente usa, não os que estão na pasta "versão final". E ao final, entregamos algo que funciona dentro da realidade da organização — não um modelo importado de outro contexto.
Faz sentido conversar?
Se você identificou um processo que trava a equipe ou uma sobreposição de funções que ninguém resolveu ainda, podemos ajudar. Uma conversa inicial não gera nenhum compromisso.
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